Filmes
O Cinema é um encontro, documentário, que relata a primeira experiência com o universo cinematográfico de alunos cegos e não cegos da rede pública de ensino do RN, construído junto com os alunos da Escola Estadual Newton Braga de Faria, professores e orientadores pedagógicos de educação especial, se trata de um paralelo entre a participação de Natal na segunda guerra mundial e os avanços políticos da pessoa com deficiência, pós-segunda guerra.
Livre interpretação da história da fundação do município de São Miguel do Gostoso – RN.
Carlos recebe um telefonema o convidando para uma entrevista de emprego, chegando no local combinado nada acontece como deveria e agora ele tem que lutar por sua vida para achar O TELEFONE e sair dali.
Quando a culpa, a loucura e o arrependimento se encontram em um só lugar, Hugo se dá conta que não está mais sozinho, embora isso não faça nenhum sentido. “Para onde os sonhos vão”, inspirado na canção homônima do compositor e intérprete Assuense Mariano Tavares, é uma viagem onírica pelas lembranças e tormentos de um homem assombrado por si mesmo.
São Rafael Velha fica no interior do Rio Grande do Norte e foi coberta de água na década de 1980 pela construção da Barragem Armando Ribeiro Gonçalves. Os restos da cidade voltaram a aparecer em 2013 em função de uma seca prolongada no Nordeste. Este filme é uma somatória de ações para lembrar: a catástrofe, a perda, o irreparável. Os escombros resistem às tentativas de apagamento, e se olhados de perto, se revelam monumentos.
"Pegue Vibe" virou um termo usado pelos surfistas potiguares quando tudo está dando certo. O filme pega carona neste termo e aborda a vida do atleta Lysandro Leandro, natural da Praia de Santa Rita/RN. Lysandro radicado no estado do Espírito Santo, mostra todo o seu conhecimento sobre as ondas e o potencial que o litoral norte da sua terra natal pode oferecer se tratando de surf, além do astral e das belezas que existem do outro lado da ponte.
O Perfoda-se é um filme experimento que dialoga documentário e perfomance, um que carrega consigo um caráter instável, passível de mudanças de acordo com a visão de quem o produz e outro enquanto expressão artística híbrida capaz de integrar linguagens diversas a elementos e situações do cotidiano. Não existem fórmulas fixas para definir o fazer nem de um e nem do outro.
Em 2019, tive a certeza de que a poesia fazia parte dos alicerces da minha arte. Pensando em como poderia ilustrar esse processo de criação artística, nasceu Prelúdio, um experimento audiovisual que buscava a harmonia entre as minhas três áreas de atuação: o poema, a fotografia e o vídeo. Quando finalizei o filme, em agosto de 2019, percebi que a minha digital artística agora estava nítida, claramente perceptível. Após três anos de experimentações, eu me encontrava, e me reconhecia. Há uma dança em Prelúdio, uma dança íntima de duas essências que se completaram e finalmente se entenderam: a pessoa e o artista.
Em uma mesa do salão, Ana se depara com pensamentos e amores que levam a imaginação para longe. Uma história baseada na música Mesa 16 da banda Plutão já foi Planeta.


















