Entrevistando quatro idosos e um profissional da área de medicina, especializado em fitoterapia, o documentário se propõe a reviver memórias e conhecimentos voltados ao uso medicinal de chás, alimentos e até da argila.
“D’Oxun • Presente de água doce” é um documentário sobre a festa mais conhecida e esperada do Ilê Axé Afinká – Terreiro da Prata, a festa das Iyabás, em especial, de Oxun. É a junção dos saberes culturais tradicionais, com a modernidade das tecnologias e linguagens. O doc mostra além da beleza das festas das religiões afro-brasileiras, as tradições, a oralidade, os cantos, os preparativos, o cotidiano dos dias que antecedem as comemorações que findam em festa aberta ao público e o dia posterior onde encerramos o ritual. A Dofonitinha de Oxun do Terreiro da Prata, Gaby Varela (Adaayo), é quem narra essa memória, compartilhando um pouco das suas vivências e sentimentos enquanto artista e filha da senhora das águas doces. Com esse presente encerramos o calendário anual de festividades. Doce e com chave de ouro, brilhante como Oxun.
Dê Role com as Mina é um média-metragem de documentário produzido em Natal que conta a história de um coletivo de mulheres skatistas, suas histórias e a irmandade que construíram sobre o carrinho.
Seu Luiz navega no oceano de suas memórias deixando as lembranças falarem mais alto do que a realidade.

Este documentário é dedicado a todos que trabalharam para a realização do filme Boi de Prata, o primeiro longa-metragem de ficção genuinamente potiguar.

Lúcia é uma artista de 18 anos que está estreando sua primeira vernissage, no entanto, ao invés de ficar animada para expor seu trabalho e interagir com os convidados, a jovem se vê isolada em seu próprio universo especulatório. No momento em que sua galerista alerta sobre seu posterior momento de fala, Lúcia começa a desconfiar da realidade que encolhe ao seu redor e foge, buscando refúgio.
Mostrando diferentes realidades, quatro pesquisadoras relatam suas experiências na pesquisa em suas respectivas localidades.
Elisabeth é uma moça rica e mimada. Ao descobrir que não faz parte do testamento do pai, pede que seu namorado(assassino) o mate pra que ela fique com toda a fortuna. Em meio a uma crise de consciência, o rapaz mata a companheira, pois pra ele "pai e mãe não se mata". Ano de lançamento
Com sua máquina quebrada, Dona Cida precisa reaprender a costurar a vida.
A realidade de Chico, garoto que se divide entre o trabalho na feira para ajudar a família e as tarefas da escola.
Uma narrativa documental é proposta. Três militantes mulheres da Ocupação contra a PEC 241/255 são entrevistadas no movimento que foi consolidado na Reitoria da UFRN em 2016. Em meio a esta efervescência, surge uma figura masculina, seguindo a linha estética das outras entrevistas, mas que profere um discurso desconexo e reacionário, o qual não condiz com o que está sendo dito pelas garotas. No final do filme sugere-se que o jovem está em sua casa sob os cuidados de sua mãe.

No dia 26 de fevereiro de 2020 o primeiro caso de Covid-19 foi confirmado no Brasil, tudo mudaria a partir daquele momento. Nas madrugadas de quarentena, observava a lua reinando no céu, um instante de beleza diante do caos. Escrevi um poema. Nesse mesmo período, eu e Ana Paula Castro conversávamos diariamente sobre os mistérios do universo e a influência daquele momento em nosso “fazer artístico”. O desafio estava lançado: produzir um curta-metragem a distância! Eu, no Rio Grande do Norte, ela, em Minas Gerais. Tínhamos a nossa concepção visual para o poema e através do olhar sensível de Cristiane Borges, nascia em terras mineiras um canto de liberdade, ecoava no Rio Grande do Norte uma afirmação de que a arte é maior que esse inimigo invisível. Um instante de beleza diante do caos.

“Evas” é um curta metragem em forma de um ensaio visual que explora e questiona a natureza feminina através de monólogos guiados por imagens, relatos pessoais e opiniões de diversas mulheres.
Três quase caçadores se metem na mata com a missão de capturar um peba para saciar o desejo da Dona Liquinha. Porém, cometeram um grande erro: não levaram o fumo para a Florzinha.
Nas águas e bancos de areia de Macau, no Rio Grande do Norte, mulheres enfrentam diariamente a maré para garantir o sustento de suas famílias. Gente da Maré mergulha na vida das marisqueiras, revelando suas histórias de luta, resistência e conexão com a natureza.

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